Quebrou-se o ciclo de tragédias, esse aniversário foi maravilhoso! E como já passou, ufa! Deu certo.
Começou com uma festa surpresa, mas surpresa mesmo foi o marido não achar o caminho da festa. Foi hilário e quebrou o pavor que eu estava sentindo. Bolo, brigadeiro (amo), amigos queridos e até quem eu nem imaginava me esperado para cantar bem alto: Parabéns pra você! E abraços, e presentes, fiquei tão nervosa que não parava de tremer. E tudo dois dias antes, apaguei a vela meio contra a vontade, para que antecipar o inevitável? Foi gostoso.
E o dia? Ah, delicia! Folga negociada no trabalho, só em casa encontrando lugar para os presentes, arrumando a casa nova com coisas novas, coisas minhas. E mensagens e mais mensagens, pela net, pelo celular. De repente toca o interfone e o porteiro anuncia a chegada de uma encomenda: e minha querida Lu vêm me abraçar através de flores e bombons, palavras doces e imagens que dispensam explicação, a doce surpresa do dia! Tem jeito melhor de dizer que se ama? E claro, nos falamos ao telefone e eu acabei concluindo que estou ajudando a criar sua filhinha Salomé (risos). Nunca senti tão perto de mim alguém que fisicamente está tão longe! E ela sente assim também, que eu sei. Até fiz um texto pro blog de outra amiga, aqui o link, vale a pena ler. E ela agradeceu aqui.
Dia seguindo, mais mensagens, saidinha com o marido e com Luiza, brinde com chopp num fim de tarde quente, alguns petiscos, huuummm. Chegando em casa, mais flores, de uma amiga, ex-vizinha, respeitando a bagunça da mudança, mas ocupada em dizer que não esqueceu. Telefonemas e telefonemas, mais mensagens, responde as mensagens, come as trufas deliciosas enviadas pela Lu, acabou o dia... nããããããoooo. O melhor ficou pro final. Já de pijama, deitada, pronta pra dormir, outra surpresa: meu lindo marido me aparece com uma caixinha preta linda, com um laço. O que tinha dentro? Um cordão com pingente e brincos. O que aconteceu depois?
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Começou com uma festa surpresa, mas surpresa mesmo foi o marido não achar o caminho da festa. Foi hilário e quebrou o pavor que eu estava sentindo. Bolo, brigadeiro (amo), amigos queridos e até quem eu nem imaginava me esperado para cantar bem alto: Parabéns pra você! E abraços, e presentes, fiquei tão nervosa que não parava de tremer. E tudo dois dias antes, apaguei a vela meio contra a vontade, para que antecipar o inevitável? Foi gostoso.
E o dia? Ah, delicia! Folga negociada no trabalho, só em casa encontrando lugar para os presentes, arrumando a casa nova com coisas novas, coisas minhas. E mensagens e mais mensagens, pela net, pelo celular. De repente toca o interfone e o porteiro anuncia a chegada de uma encomenda: e minha querida Lu vêm me abraçar através de flores e bombons, palavras doces e imagens que dispensam explicação, a doce surpresa do dia! Tem jeito melhor de dizer que se ama? E claro, nos falamos ao telefone e eu acabei concluindo que estou ajudando a criar sua filhinha Salomé (risos). Nunca senti tão perto de mim alguém que fisicamente está tão longe! E ela sente assim também, que eu sei. Até fiz um texto pro blog de outra amiga, aqui o link, vale a pena ler. E ela agradeceu aqui.
Dia seguindo, mais mensagens, saidinha com o marido e com Luiza, brinde com chopp num fim de tarde quente, alguns petiscos, huuummm. Chegando em casa, mais flores, de uma amiga, ex-vizinha, respeitando a bagunça da mudança, mas ocupada em dizer que não esqueceu. Telefonemas e telefonemas, mais mensagens, responde as mensagens, come as trufas deliciosas enviadas pela Lu, acabou o dia... nããããããoooo. O melhor ficou pro final. Já de pijama, deitada, pronta pra dormir, outra surpresa: meu lindo marido me aparece com uma caixinha preta linda, com um laço. O que tinha dentro? Um cordão com pingente e brincos. O que aconteceu depois?
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Ah, fazer 35 anos foi tudo de bom!!!!! O melhor de todos os aniversários.
