Hoje é o meu primeiro dia neste novo universo. Sempre pensei em escrever um livro de historias, as que vivi, as que ouvi, mas realmente não me acho competente para isso. Ao menos hoje, amanhã quem sabe.
O fato é que escrever é algo que alimenta minha alma, embora eu o faça hoje muito pouco. Minha alma está faminta! Li tanta filosofia e texto científico na faculdade e escrevi tanta dissertação que fiquei meio enjoada das letras, me afastei daquilo que sempre amei fazer. Acho que em parte tambem isso aconteceu porque aprendi a ser ser feliz, aprendi a ser alegre e os momentos em que mais sinto vontade de escrever é quando estou triste.
Pois bem, estou triste, embora feliz e alegre. É confuso eu sei, mas é como me sinto. Ontem fez dois meses que enterrei meu pai, meu amor mais puro e sincero e ontem vi meu bebê pulando dentro de mim através de um ultrassom, a minha Luiza, a minha sapequinha.
Decidi escrever porque esta é a forma que encontrei de atravessar este momento e de lidar com estes dois sentimentos: a dor da partida e a alegria da chegada.
Dedico este espaço ao meu pai, amor da minha vida, e à minha filhinha, minha vida, meu encanto. Para ele minha homenagem ao grande homem e grande pai que ele foi em vida e é em minhas lembranças. Para ela a herança da importância deste momento em nossas vidas.
"Pai, às vezes penso que o perdi, mas não é verdade, apenas não o vejo mais de olhos abertos. Te amo muito!"
"Luiza, você veio quando o vovô partiu para contar a mim, sua mãe, que a vida segue e se renova e o quanto isto é magico. Seja bem vinda minha pequena, que Deus a abençõe. Essa mãezinha aqui já te ama muito, muito e te espera ansiosa e cheia de historias pra contar."
Com amor,
Nivia.
O fato é que escrever é algo que alimenta minha alma, embora eu o faça hoje muito pouco. Minha alma está faminta! Li tanta filosofia e texto científico na faculdade e escrevi tanta dissertação que fiquei meio enjoada das letras, me afastei daquilo que sempre amei fazer. Acho que em parte tambem isso aconteceu porque aprendi a ser ser feliz, aprendi a ser alegre e os momentos em que mais sinto vontade de escrever é quando estou triste.
Pois bem, estou triste, embora feliz e alegre. É confuso eu sei, mas é como me sinto. Ontem fez dois meses que enterrei meu pai, meu amor mais puro e sincero e ontem vi meu bebê pulando dentro de mim através de um ultrassom, a minha Luiza, a minha sapequinha.
Decidi escrever porque esta é a forma que encontrei de atravessar este momento e de lidar com estes dois sentimentos: a dor da partida e a alegria da chegada.
Dedico este espaço ao meu pai, amor da minha vida, e à minha filhinha, minha vida, meu encanto. Para ele minha homenagem ao grande homem e grande pai que ele foi em vida e é em minhas lembranças. Para ela a herança da importância deste momento em nossas vidas.
"Pai, às vezes penso que o perdi, mas não é verdade, apenas não o vejo mais de olhos abertos. Te amo muito!"
"Luiza, você veio quando o vovô partiu para contar a mim, sua mãe, que a vida segue e se renova e o quanto isto é magico. Seja bem vinda minha pequena, que Deus a abençõe. Essa mãezinha aqui já te ama muito, muito e te espera ansiosa e cheia de historias pra contar."
Com amor,
Nivia.

2 comentários:
Lindo, terno, emocionante.
Continue, faz bem para você, faz bem para mim, e Luiza vai adorar quando ler.
Te amo, minha amiga 'mineirinha'.
Sandra Lovato, pequena Nivia, colocar pra fora nossas emoções, nos ajuda a revelar a nossa essencia, e assim deixamos de ser eternos fantoches ou bonecos aos outros, pois, não somos de ferro, e uma maquiagem não esconde nossa trsiteza e nossa saudade interior, e não amamos os que cruzam nosso caminho pela metade, sejam eles familia ou amigos. Cada um é cada um, em sua intensidade e duração para cada acontecimento, esperados ou não.
Parabéns, continue escrevendo, estarei sempre aqui pra ler e deixar um parecer.. Beijos menina
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