E Luiza chorou... o som do seu choro ressoa em meu coração a cada instante, meu coração agora bate no ritmo de seu choro doce, suave, forte.
Desde o primeiro momento, a cada instante uma novidade: Luiza já tem 17 dias e cada um deles foi vivido com o cheirinho do frescor de uma nova vida. Dentro de mim um misto de alegria e pavor: são tantas emoções diferentes que fica difícil lidar com todas elas, só tempo deve dar conta, se é que que é possível dar conta de tanto amor e tanta novidade.
Estou frustrada: queira estar fazendo um diário, anotando cada coisinha que Luiza faz, cada coisinha que acontece com Luiza, mas quando vejo o dia já acabou e me pego tão exausta sempre que prefiro dormir. E o tempo está passando. Luiza já não é mais aquele bebezinho pequenininho, já deixou de usar fraldas RN e algumas roupinhas que no começo pareciam um saco vestindo a menina já dão ares de que logo não servirão mais. E tudo isso muito rápido. Já sinto saudades de algumas carinhas e bocas de Luiza, tão expressiva, que já mudaram também. Todo dia a gente identifica nela alguma coisa de alguém: no geral é a cara do pai. Mas no detalhe ela tem o queixo do Vô Anivio, o queixo da mamãe e isso foi um presente, porque é um queixinho lindo, cheio de charme. Agora somos eu, o Jonas (meu sobrinho) e a Luiza a herdar isso do vovô.
Sinto que meu blog agora tomará outro rumo: historias de Luiza para o vovô. Penso que se ele estivesse aqui conversaríamos muito e eu ligaria toda hora pra contar o que Luiza fez, o que aprendeu, o quanto cresceu. Como ele não está, tentarei, no pouco tempo que me resta entre mamadas, relatar aqui. Não consigo fazer o diário, mas penso que um compacto dos melhores momentos hei de conseguir. Pra começar, Luiza já está com 3.550kg e cresceu 3 cm, está com 52cm, pelo menos ontem estava assim, na consulta ao pediatra. Estamos tentando acertar as mamadas, ela dome muito, uma delícia, mas dificulta as mamadas,que tem que ser a cada duas horas e meia. E ela está dormindo a noite inteira, só a interrompo perto de amanhecer para trocar uma fralda e quem sabe mamar ainda que só um pouquinho. Com o tempo vamos chegando lá.
Seu umbigo caiu na segunda, no consultório da minha médica. Está guardado aguardando um tempinho pra enterra-lo no vaso de flor. Não sei o significado disso, mas minha mãe me contou que o meu foi enterrado pelo meu pai no alicerce de nossa casa. Já sei onde vou enterrar o da Luiza: no vaso da fortuna, que eu acho que é o que melhor combina com minha riqueza. Espero conseguir fazer isso hoje ainda.
Amamentar é a melhor coisa do mundo, ficamos tão juntinhas, e aquela carinha cheia de significado fica me enviando mensagens secretas que ´so meu coração é capaz de interpretar. Claro que ainda não sei tudo, mas ela está me ensinado o que é ser mãe. O que é ser mãe da Luiza, minha riqueza, única, perfeita, linda.
Agora vou ter que dar um tempo por aqui, hora de Luiza mamar. Depois eu volto...
Desde o primeiro momento, a cada instante uma novidade: Luiza já tem 17 dias e cada um deles foi vivido com o cheirinho do frescor de uma nova vida. Dentro de mim um misto de alegria e pavor: são tantas emoções diferentes que fica difícil lidar com todas elas, só tempo deve dar conta, se é que que é possível dar conta de tanto amor e tanta novidade.
Estou frustrada: queira estar fazendo um diário, anotando cada coisinha que Luiza faz, cada coisinha que acontece com Luiza, mas quando vejo o dia já acabou e me pego tão exausta sempre que prefiro dormir. E o tempo está passando. Luiza já não é mais aquele bebezinho pequenininho, já deixou de usar fraldas RN e algumas roupinhas que no começo pareciam um saco vestindo a menina já dão ares de que logo não servirão mais. E tudo isso muito rápido. Já sinto saudades de algumas carinhas e bocas de Luiza, tão expressiva, que já mudaram também. Todo dia a gente identifica nela alguma coisa de alguém: no geral é a cara do pai. Mas no detalhe ela tem o queixo do Vô Anivio, o queixo da mamãe e isso foi um presente, porque é um queixinho lindo, cheio de charme. Agora somos eu, o Jonas (meu sobrinho) e a Luiza a herdar isso do vovô.
Sinto que meu blog agora tomará outro rumo: historias de Luiza para o vovô. Penso que se ele estivesse aqui conversaríamos muito e eu ligaria toda hora pra contar o que Luiza fez, o que aprendeu, o quanto cresceu. Como ele não está, tentarei, no pouco tempo que me resta entre mamadas, relatar aqui. Não consigo fazer o diário, mas penso que um compacto dos melhores momentos hei de conseguir. Pra começar, Luiza já está com 3.550kg e cresceu 3 cm, está com 52cm, pelo menos ontem estava assim, na consulta ao pediatra. Estamos tentando acertar as mamadas, ela dome muito, uma delícia, mas dificulta as mamadas,que tem que ser a cada duas horas e meia. E ela está dormindo a noite inteira, só a interrompo perto de amanhecer para trocar uma fralda e quem sabe mamar ainda que só um pouquinho. Com o tempo vamos chegando lá.
Seu umbigo caiu na segunda, no consultório da minha médica. Está guardado aguardando um tempinho pra enterra-lo no vaso de flor. Não sei o significado disso, mas minha mãe me contou que o meu foi enterrado pelo meu pai no alicerce de nossa casa. Já sei onde vou enterrar o da Luiza: no vaso da fortuna, que eu acho que é o que melhor combina com minha riqueza. Espero conseguir fazer isso hoje ainda.
Amamentar é a melhor coisa do mundo, ficamos tão juntinhas, e aquela carinha cheia de significado fica me enviando mensagens secretas que ´so meu coração é capaz de interpretar. Claro que ainda não sei tudo, mas ela está me ensinado o que é ser mãe. O que é ser mãe da Luiza, minha riqueza, única, perfeita, linda.
Agora vou ter que dar um tempo por aqui, hora de Luiza mamar. Depois eu volto...

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